
Sou um passarinho,
encarcerado e longe dos campos.
E em minha gaiola me sento e canto
para aquele que aqui me colocou.
Satisfeita em ser prisioneira
porque isso agrada ao meu Deus!
Como não tenho mais nada a fazer,
canto o dia inteiro.
E ele, a quem mais amo agradar,
ouve minha canção.
Ele tomou e atou minhas asas esvoaçantes,
e ainda se curva para me ouvir cantar.
Tens ouvido para ouvir,
e um coração para amar e abençoar.
E, embora minhas notas fossem sempre tão rudes,
não lhes darias menos atenção.
Porque, enquanto elas são proferidas, tu o sabes
que é o mais doce e tenro amor que as inspira.
Minha gaiola me confina,
e não posso voar para fora.
Mas, ainda que minhas asas estejam fortemente atadas,
meu coração está livre.
Os muros de minha prisão não podem controlar
o vôo, a liberdade da alma.
Oh, é bom pairar
acima desas trancas e grades,
em direção a ele, cujo propósito adoro,
cuja providência amo,
e em tua poderosa vontade encontrar
a alegria e a liberdade da mente.
encarcerado e longe dos campos.
E em minha gaiola me sento e canto
para aquele que aqui me colocou.
Satisfeita em ser prisioneira
porque isso agrada ao meu Deus!
Como não tenho mais nada a fazer,
canto o dia inteiro.
E ele, a quem mais amo agradar,
ouve minha canção.
Ele tomou e atou minhas asas esvoaçantes,
e ainda se curva para me ouvir cantar.
Tens ouvido para ouvir,
e um coração para amar e abençoar.
E, embora minhas notas fossem sempre tão rudes,
não lhes darias menos atenção.
Porque, enquanto elas são proferidas, tu o sabes
que é o mais doce e tenro amor que as inspira.
Minha gaiola me confina,
e não posso voar para fora.
Mas, ainda que minhas asas estejam fortemente atadas,
meu coração está livre.
Os muros de minha prisão não podem controlar
o vôo, a liberdade da alma.
Oh, é bom pairar
acima desas trancas e grades,
em direção a ele, cujo propósito adoro,
cuja providência amo,
e em tua poderosa vontade encontrar
a alegria e a liberdade da mente.
- Madame Guyon -
Escrito enquanto estava presa na masmorra da Bastilha.
O poema expressa seu contentamento com a vida,
independentemente da situação enfrentada.
Escrito enquanto estava presa na masmorra da Bastilha.
O poema expressa seu contentamento com a vida,
independentemente da situação enfrentada.